Sobre mim

Featured

38224

Uma pessoa que busca e encontra, a cada passo dado, conhecimento e compreensão sobre mim, a vida, o amor e a fé. Não é fácil, mas peço ao nosso Criador que me dê forças para continuar aprendendo! Tropeçando e caindo,  mas aprendendo…

Alguém que duvidou muito nessa caminhada de concurso, desistiu, persistiu, chorou, sorriu…e no final, percebeu que foi a caminhada que me levou ao objetivo que mais valeu a pena, e não simplesmente o objetivo final em si: primeira colocada no concurso para psicólogo do STJ!

Estudar pra concurso é um bom caminho para se adquirir autoconfiança e para promover o autoconhecimento, já que no processo você precisa perceber em si qual o seu método de aprendizagem!

Qualquer coisa estamos aqui para trocar ideias e duvidas e angustias e medos…

Michiko é o meu apelido, meu nome é Iraci Guimarães. Como acredito que redes sociais são para descontrair e não para serem levadas como algo principal na nossa vida, coloco sempre meu apelido.

Meu i 1/2 (popular: e-mail) é michiko.gg@gmail.com

E o meu perfil no facebook é http://www.facebook.com/#!/michiko.gg – qualquer coisa, pra quem achar melhor de conversar, é só adicionar.


Sobre o Blog

Featured

17

Amigos, a ideia do blog é dividir o conhecimento para concurso público de Psicologia.

Após ficar mais de um ano sem escrever, lembrei e percebi que esse blog foi parte importante no meu processo de estudos para concurso. Assim, voltarei a escrever em meu tempo disponível, não porque eu estou estudando para concurso, de fato não estou mais, mas sim para honrar algo que foi muito importante na minha caminhada. E, acima de tudo, por querer compartilhar com todos como foi o meu processo de passar em um concurso.

Sejam bem-vindos, então, a um pequeno blog com resumos e provas de concursos para nós, psicólogos!!!!

Nós não podemos reclamar, pois nossa profissão tem um bom reconhecimento na Administração Pública, mas, mesmo assim, ainda sofremos com a desvalorização em relação à remuneração e ao leque de atuação que podemos ter.

Peço desculpas pelos erros de português que estão no material, esses decorrem da pressa ou mesmo da falta de atenção … Aproveito e reverencio um grande gramaticista brasileiro, Evanildo Bechara, que afirma que a comunicação é maior do que a norma gramatical – por isso: falou, escreveu ou cantou e todos entenderam, então não há que se falar em erro normativo! É claro que em documentos oficiais e redações de concursos, é necessário que tenhamos atenção e cuidado – o lema é reler, reler, reler…
Enfim, sucesso e sorte para todos!!! Perseverança é o guia, disciplina é o caminho e vitória é a resposta!
Lembre-se: seu único concorrente é você mesmo!

Psicopatologia – Conceito

Posted on

Fontana (2005) ressalta que o homem é um ser “BIO-PSICO-SOCIAL” (pg. 21), mesmo que não consigamos delimitar claramente em qual momento cada fenômeno ocorre separado dos demais, é importante didaticamente termos essa visão em nossas análises psicopatológicas. Outro aspecto que o autor destaca é que não temos um teoria, geral, que incorpore essas três dimensões (biológica, social e psíquica), ou seja, as teorias que existem tendem a da maior foco em uma ou duas dimensões.

Podemos dizer que a Psicopatologia estuda os fenômenos mórbidos da psique humana, ou do comportamento humano.

Dalgalarrondo (2008) define que Psicopatologia é um conjunto de conhecimentos sobre o adoecer do ser humano.

Para Alexander (1980), existem três tendências sobre a Psicopatologia: explicação da anormalidade por meio do sobrenatural (conceito mágico); explicação por meio da perspectiva física/biológica (conceito organicista); e, explicação por meio da ciência psicológica ou psicossocial (conceito psicogênico).

Delgalarrondo (2008) reafirma que o cabe ao investigador da psicopatologia abster-se de julgamentos morais ou teóricos-metodológicos (sejam religiosos ou científicos); ou seja, o investigador deve observar, identificar e compreender as múltiplas variáveis envolvidas no contexto da psicopatologia.

Referência bibliográfica.

ALEXANDER. F. G. e SELESNICK, S. T. História da Psiquiatria: uma Avaliação do Pensamento e da Prática Psiquiátrica desde os Tempos Primitivos até o Presente; A Era Moderna. Trad. Aydano Arruda. 2.ed. São Paulo: IBRASA, 1980. DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: ArtMed, 2008.

FONTANA, A. M. Manual de Clínica em Psiquiatria. São Paulo: Editora Atheneu, 2005.


Psicodiagnóstico – Conceito

Posted on

Barbieri (2010) indica que o modelo de Ocampo, Arzeno e Piccolo (1979/1986, apud Barbieri, 2010) é o mais difundido na América Latina, e que Cunha, autora do livro Psicodiagnóstico-V, propõe a melhor definição para este modelo: “uma avaliação psicológica, feita com propósitos clínicos e, portanto, não abrangendo todos os modelos de avaliação psicológica de diferenças individuais. É um processo que visa identificar forças e fraquezas no funcionamento psicológico, com um foco na existência ou não de psicopatologia. ” (p. 23).

O que observamos com estes conceitos?

  1. Psicodiagnóstico é diferente de avaliação psicológica, já que é um tipo de avaliação;
  2. Tem propósito clínico, ou seja, não pode ser aplicada em todos os contextos em que a Psicologia se insere;
  3. Tem foco na existência de algo, ou seja, é limitado no tempo, no espaço e em teorias que definem psicopatologias (que dão luz a conceitos e promovem pressupostos teóricos-metodológicos);
  4. E, como não há psicodiagnóstico sem base teórica, presume-se que é um procedimento científico, controlado, analítico de hipóteses (sinais e sintomas), passível de comprovação e replicável;

Referência Bibliográfica

BARBIERI, Valéria. Psicodiagnóstico Tradicional e Interventivo: Confronto de Paradigmas? Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, Jul-Set 2010, Vol. 26 n. 3, pp. 505-513

CUNHA, J.A. Psicodiagnóstico – V. Porto Alegre: ARTMED, 2004.


Psicologia Organizacional – Conceito

Posted on

Antes de você ler o conceito de Psicologia Organizacional, vamos primeiro rever o que pode ser uma Organização do trabalho: Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2004) resumem em uma figura uma distinção entre a vertente que entende organização como uma entidade e a que defende que organização é um processo (pg. 71).

PROCESSO ENTIDADE
Organizações são fluidas e resultam de processos de organização social. Há uma estrutura social prévia ao ingresso da pessoa (normas, valores e expectativas).
Indivíduos são únicos agentes causais. Deles dependem os fenômenos organizacionais. Organizações tem o poder de moldar o comportamento ou ações individuais.
Indivíduos com poder definem características mais permanentes das organizações (estrutura, normas, rotinas). Subsistem no tempo, independentes das pessoas.
Indivíduos com poder exercem influência ao modelar decisões estratégicas. As organizações agem, têm políticas, fazem declarações.
Ações ditas organizacionais podem ser ações individuais. As organizações aprendem e possuem culturas.
As organizações se relacionam com outras organizações e com o seu ambiente.

Recomendo a leitura deste livro, caso tenha tempo e queira aprofundar seu conhecimento em Psicologia Organizacional.

E qual o objeto de trabalho desta área do conhecimento? A Psicologia Organizacional trata dos estudos dos diversos comportamentos no ambiente de trabalho que surgem da relação indivíduo-organização. Lembre-se que Psicologia é o estudo das interações organismo-ambiente (Todorov, 1989). Essa definição da Psicologia, simples e complexa, nos permite detalhar conforme qualquer linha de pensamento psicológico (da interação podemos ver pela perspectiva psicodinâmica, estruturalista ou comportamentalista, por exemplo). E, partindo dessa definição de interação, a Psicologia Organizacional estuda os organismos (Indivíduo ou entidade) e o ambiente em que estão inseridos ou produzindo. Para Zanelli (1986), a Psicologia Organizacional cuida das “relações entre as condições de ajustamento da organização em seu ambiente, das relações de interdependência de seus subsistemas e os fatores que determinam tais relações — isto tudo no que concerne especificamente aos recursos humanos…” (ZANELLI, 1986, p. 31). Já, Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2004) indicam que a Psicologia Organizacional é mais específica e trata das análises de características do trabalho, visando ao aumento da eficiência da organização.

Enfim, conceitos, existem diversos, busque compreender que o foco é sempre a relação entre o organismo e seu ambiente, não importando se as descrições dessa interação serão provenientes da psicanálise ou do cognitivismo. Pense que cabe à Psicologia Organizacional tratar de assuntos como: atitudes, percepções, motivação, satisfação no trabalho, liderança, processos decisórios, relações de poder, conflito, cultura organizacional, entre outros.

Referência Bibliográfica

TODOROV, João Cláudio. A Psicologia como estudo das interações. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 5, 347-356.

ZANELLI, J. C.; BORGES-MARTINS, J. E. e BASTOS, A. V. B. Psicologia, Organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed, 2004.

ZANELLI, José Carlos. Formação e atuação em Psicologia Organizacional. Psicol. cienc. prof., Brasília, v. 6, n. 1, 1986.


Dissertação de mestrado (2005)

Posted on

Vou colocar também, para complementar, a minha dissertação de mestrado, que tratou de envelhecimento.

O Título é “Quando esquecer é o problema: Representações Sociais de familiares sobre saúde mental no envelhecimento e os desafios impostos pela demência.

Eu fui orientada pela Prof. Dra. Maria Helena Carneiro da Silva, do Departamento de Ciências da Saúde da UnB, em 2005.

Se alguém quiser ler, comentar…sinta-se à vontade.

Abraços.

Dissertação de Mestrado


Aulas do cursinho (2009)

Posted on

Colegas,

Estou colocando essas aulas porque alguns conceitos não mudam, e dá pra aproveitar disciplinas como interpretação de texto, gramática, conceitos fundamentas do direito constitucional e do administrativo, gestão de pessoas e raciocínio lógico.

Abraços.

Gramática

Interpretação de texto

Raciocínio Lógico

Redação Oficial

Gestão de Pessoas

D. Constitucional

D. Administrativo